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    Estudo mostra a importância do sono no combate a vários tipos de doença

    Estudo mostra a importância do sono no combate a vários tipos de doença

    Cientistas descobriram que dormir faz bem para a memória do nosso sistema de defesa.

    Uma equipe de cientistas internacionais publicou nesta terça-feira (29) um estudo que mostra a importância do sono no combate a vários tipos de doença.

    A diferença entre uma noite bem dormida, e outra nem tanto, todo mundo percebe. Se as olheiras são bem visíveis, outros efeitos nem aparecem.

    “Fica mais difícil se concentrar”, diz Jamie. “Acabo ficando cansado, sem energia durante o dia”.

    Há mais de cem anos, se sabe que dormir é bom para memória. Quem dorme bem esquece menos. Agora os cientistas descobriram que dormir também faz bem para outra memória: a do nosso sistema de defesa.

    Quando o corpo é atacado por um vírus ou uma bactéria, o exército de glóbulos brancos luta para destruir o inimigo. No fim da batalha, as células de defesa guardam pequenos pedaços do vírus ou da bactéria, que funcionam como uma memória do quartel.

    Assim, no caso de um novo ataque, as células conseguem reconhecer o adversário e eliminar rapidamente o invasor. Quando a gente dorme pouco, a memória dos soldados fica comprometida. O contra-ataque do nosso corpo é mais lento.

    O estudo publicado nesta terça-feira (29) numa revista científica, pode ser a base para criação de vacinas mais eficientes pra doenças como Aids, malária e tuberculose, que são baseadas na memória imunológica.

    Na casa de Jamie, quem determina o sono são Sofia e Alex. Nem quando era adolescente, Patricia Corrigan passou tantas noites em claro

    “Acordou, mamou, dá duas horas, ela acorda de novo. Aí, quando eu vou ver, são 5:30. Vou dormir um pouquinho. Meia hora depois, esse aqui acorda”, conta a dona de casa.

    E aí…

    “Eu sinto que eu fico doente bastante. A cada duas semanas eu estou com dor de garganta, nariz entupido”, conta Patricia.

    E logo ela, que adora um encontro com a cama.

    “Eu sempre dormi bastante. Eu sempre fui muito a favor de dormir”, brincou Patricia.

    Mas, calma.

    Patricia Corrigan, dona de casa: Vai passar graças a Deus, um dia a gente volta a dormir oito, nove horas por noite sem se preocupar.
    Jornal Nacional: Quando?
    Patricia: Não sei.

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